Constituído pela Portaria GR-036/1989, o Núcleo de Ciência, Aplicações e Tecnologias Espaciais (NUCATE) foi resultado da transformação do antigo Núcleo de Pesquisas e Estudos de Imagens (NUPIM), que havia sido criado pela Portaria GR-157/1985. De acordo com a Deliberação CONSU-A-017/1998, passou a ser subordinado à Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN). Conforme o regimento interno, disposto na Deliberação CONSU-A-25/1991, seus objetivos eram coordenar, realizar e/ou participar de atividades interdisciplinares de ensino, pesquisa, desenvolvimento e serviços nas áreas de ciência, aplicações e tecnologia aeroespaciais e correlatas.
O Museu Exploratório de Ciências começou a operar em 2005, a partir da Resolução GR-023/2005, subordinado ao Gabinete do Reitor (GR). Atualmente, com a Resolução GR-034/2018, é vinculado à Pró-Reitoria de Extensão, Esporte e Cultura (ProEEC). Tem como missão estimular a curiosidade sobre o mundo e seus fenômenos, promovendo uma postura autônoma e criativa na busca do conhecimento científico. O Museu possui um espaço de exploração interativa permanente, organiza exposições para promover participação ativa dos visitantes e promove oficinas de cunho educacional envolvendo exploração e resolução de problemas. O método científico é apresentado na prática aos participantes.
O Museu de Artes Visuais (MAV) da Unicamp tem como missões a exposição, conservação, proteção, valorização e ampliação do acervo museológico, arquivístico e bibliográfico, de forma a possibilitar a promoção e difusão da educação, pesquisa e do conhecimento em artes visuais. Tem como acervo inicial um conjunto de cerca de mil obras, que foram doadas pelo Instituto de Artes (IA) em 2009. A história do MAV começa em 2006, com a inclusão do Museu Universitário de Arte da Unicamp no Cadastro Nacional de Museus. A base foi o acervo da Galeria de Arte do IA, composto por pinturas, esculturas, objetos, gravuras e desenhos. Em 2009, com a formalização de doação do acervo, o Gabinete do Reitor (GR) passou a gerenciar o processo de criação do Museu, incluindo o projeto de uma sede própria. Em janeiro de 2012, por meio da Portaria GR-004/2012, foram publicadas as primeiras designações de gestão. Com a Resolução GR-041/2017, o MAV passou a ser subordinado à Pró-reitoria de Extensão, Esporte e Cultura (ProEEC).
Criada e implantada junto à Reitoria pela Portaria GR-217/1977, a Livraria Universitária resultou de um convênio firmado entre o Ministério da Educação e Cultura (MEC), por meio do Departamento de Assuntos Universitários (DAU), e a Unicamp. Sob supervisão inicial do Centro de Estudos em Administração Universitária (CENTAU), tinha o objetivo de prestar serviços à comunidade universitária na área de informação científica e tecnológica e facilitar a aquisição de publicações nacionais e estrangeiras. Dentre as atribuições estavam a identificação, listagem, aquisição e distribuição de publicações. A Unicamp se encarregava das compras, elaboração de cadastros e contratos com as fontes, organização dos títulos solicitados pelos institutos e faculdades, acompanhamento da logística das obras até a Universidade e vendas.
A partir de associação entre as áreas de biologia celular, genômica, proteômica e bioinformática, o LaCTAD tem o intuito de desenvolver estudos avançados utilizando técnicas e equipamentos de última geração. Foi criado por meio de uma iniciativa da Unicamp, do programa Equipamento Multiusuários (EMU), apoiado pela Fapesp, que visa a aquisição de equipamentos para pesquisa que, comumente, não são adquiridos em auxílios regulares, muitas vezes pelo alto custo. Tem como base a aquisição de equipamentos científicos, que são utilizados de forma contínua por uma equipe especializada, possibilitando melhor aproveitamento das funções de cada equipamento em benefício dos pesquisadores.
Inicialmente previsto na Lei Estadual 7.655/1962, que criou a Unicamp, o Instituto de Química (IQ) obteve autorização para instalação e funcionamento pela Resolução CEE 46/1966, porém somente em 1967, com a designação de um coordenador responsável pela organização, suas atividades tiveram início. Gradualmente, o IQ foi sendo implantado, a começar das aulas de graduação. O primeiro laboratório de pesquisa foi montado no ano seguinte e, em 1971, o Instituto transferiu-se para suas atuais instalações no campus de Barão Geraldo. O programa de pós-graduação teve início em 1974. O IQ é composto por quatro departamentos: Físico-Química, Química-Analítica, Química-Inorgânica e Química Orgânica.
Inicialmente denominado Instituto de Matemática e previsto na Lei Estadual 7.655/62, de 28.12.1962, que criou a Universidade Estadual de Campinas, o o Instituto de Matemática, Estatística e Ciência da Computação teve autorização para instalação e funcionamento com a Resolução CEE 46/66, de 19.12.1966, mas sua implantação definitiva teve início apenas a partir de 1968. Com o desmembramento do Departamento de Ciência da Computação (DCC), que deixou de fazer parte do IMECC para tornar-se uma unidade independente em março de 1996, o Instituto de Matemática, Estatística e Ciência da Computação teve seu nome alterado para Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica e a sigla IMECC pode ser mantida. De acordo com a Portaria GR 82/86, o IMECC está diretamente diretamente subordinado à reitoria e tem por finalidade desenvolver o ensino, a pesquisa e a prestação de serviços à comunidade, conforme disposto no Regimento Geral da Universidade.
Previsto nos Estatutos da Unicamp, baixados pelo Decreto Estadual 52.255/1969, o Instituto de Geociências (IG) foi implantado em 1979, mas as atividades de fato começaram em 1983. Inicialmente, o IG funcionava apenas com o curso de pós-graduação em Geociências. Marcado por uma abordagem multidisciplinar, combinou conhecimento de diferentes disciplinas, agregando às especialidades das Ciências da Terra profissionais com diferentes formações e dedicados a temáticas como Ensino em Geociências e Política e Gestão de Ciência e Tecnologia. Atualmente possui três departamentos: Geologia e Recursos Naturais (DGRN), Geografia (DGEO) e Política Científica e Tecnológica (DPCT). Pela Deliberação CONSU-A-16/1997, foi criado o curso de graduação em Ciências da Terra.
Previsto na Lei Estadual que criou a Unicamp por intermédio da Lei 7.655/1962, o Instituto de Física obteve autorização para instalação e funcionamento por meio da Resolução CEE 46/1966. Suas atividades tiveram início em 1967, quando foram contratados os primeiros docentes. O curso de pós-graduação iniciou-se a partir de 1970. O atual nome do Instituto foi uma homenagem prestada em 1971 ao físico Gleb Wataghin, que emigrou para o Brasil e foi uma das pessoas responsáveis pelo estabelecimento da física experimental como atividade científica no país. De acordo com a Deliberação CONSU-A-026/2013, o IFGW é formado pelos departamentos de Raios Cósmicos e Cronologia, Física da Matéria Condensada, Eletrônica Quântica e Física Aplicada.
