Criada pela Portaria GR-60/1986, esteve inicialmente subordinada à Coordenadoria Geral da Universidade (CGU) e funcionalmente articulada com a Diretoria Acadêmica (DAC). Desde 1997, por intermédio da Portaria GR-160/1997, a Comissão Permanente para os Vestibulares foi vinculada à Pró-Reitoria de Graduação (PRG). Após algumas reestruturações, sinalizadas na Resolução GR-004/2014, tem como competências: realizar anualmente o Vestibular Unicamp, em conformidade com a política educacional da Universidade, introduzindo modificações graduais na sua forma e conteúdo; desenvolver um processo contínuo de análise do referido Vestibular, buscando ampliar a integração da Universidade com os ensinos fundamental e médio, atraindo candidatos de todo o território nacional; estabelecer relações com outras Universidades, órgãos governamentais, instituições de ensino e entidades, com o objetivo de constante aperfeiçoamento dos mecanismos que regulam o ingresso de estudantes aos cursos superiores.
É incumbida de julgar os processos administrativos disciplinares referentes a servidores de outras carreiras ou especiais.
É incumbida de julgar os processos administrativos disciplinares referentes a servidores docentes.
É incumbida de julgar os processos administrativos disciplinares referentes a servidores não docentes, pertencentes à carreira de Profissionais de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão.
A Comissão Técnica (COTEC) foi criada junto à Reitoria pelo Conselho Diretor em 1968 e tinha como finalidade assessorar a fiscalização e execução das obras da Cidade Universitária e na recuperação e adaptação dos edifícios do Bento Quirino, Ateneu Paulista e Santa Casa. Foi extinta e substituída pelo Escritório Técnico de Construção (ETC), de acordo com a Portaria GR-06/1969.
Fundado em 1978 no Rio de Janeiro, por iniciativa do Movimento Feminino pela Anistia, o Comitê Brasileiro pela Anistia veio congregar os esforços de diversas entidades e personalidades em luta, nas suas respectivas frentes, contra o regime de exceção. Sem abandonar suas reivindicações específicas, tais instituições passaram a compor, através de seus representantes, um movimento cuja linha de atuação então extrapolava as questões mais gerais referentes aos Direitos Humanos, dando maior ênfase à luta pela anistia, contra as perseguições políticas, prisões e torturas. Para tanto, definiu como bandeiras de luta a extinção das leis repressivas - como a Lei de Segurança Nacional - e a luta pelo desmantelamento dos órgãos e aparelhos de repressão, como o DOPS (Departamento de Ordem Política e Social) e a polícia política.
Composto por secretários e relatores de áreas multidisciplinares, o CEP é responsável pela avaliação e acompanhamento dos aspectos éticos de todas as pesquisas envolvendo seres humanos. Este papel é estabelecido nas diversas diretrizes éticas internacionais (Declaração de Helsinque, Diretrizes Internacionais para as Pesquisas Biomédicas envolvendo Seres Humanos-CIOMS) e brasileiras (Resolução CNS-466/2012 e complementares), diretrizes que ressaltam a necessidade de revisão ética e científica das pesquisas envolvendo seres humanos, visando salvaguardar a dignidade, os direitos, a segurança e bem estar dos participantes da pesquisa. A constituição do CEP cabe à instituição onde se realizam pesquisas. Além disso, o CEP contribui para a qualidade das pesquisas e para a discussão sobre o desenvolvimento institucional e social da comunidade. Contribui ainda para a valorização do pesquisador. O CEP tem papel consultivo e educativo para assegurar a formação continuada dos pesquisadores. Foi criado em março de 1997 na Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Com o crescimento dos projetos da Universidade em diversas áreas de conhecimento, a estrutura foi migrada para a Pró-Reitoria de Pesquisa, conforme Portaria PRP 009/2014.
