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Departamento de Ortopedia e Traumatologia
Entidade coletiva · 1966 - atualmente

O Departamento de Ortopedia e Traumatologia (DOT) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp foi fundado em 1967, completando 50 anos de atividades em 2017. Durante sua trajetória, consolidou-se como um centro de referência nacional em ensino, pesquisa e assistência na área de ortopedia e traumatologia, reunindo gerações de profissionais e contribuindo para avanços significativos na medicina.

Principais Atividades

  1. Ensino e Formação Profissional
    • Graduação: Oferece disciplinas como Anatomia Aplicada à Prática Médica III e Atenção Clínica Cirúrgica Integrada, com foco em ortopedia, coordenadas por professores como Rodrigo G. Pagnano e Sérgio Rocha Piedade.
    • Residência Médica: Programa credenciado pela CNRM e SBOT, com 9 vagas anuais e duração de 3 anos, supervisionado por preceptores como Guilherme Grisi Mouraria.
    • Pós-Graduação: Participa de programas como Ciências da Cirurgia e Ciência Aplicada à Qualificação Médica, com linhas de pesquisa em biomecânica, cirurgia do joelho, tumores osteomusculares e desenvolvimento de próteses.
  2. Pesquisa e Inovação
    O DOT destaca-se por laboratórios especializados, como o LABIMO (Laboratório de Biomecânica Ortopédica), que estuda biomateriais e regeneração de tecidos ósseos e cartilaginosos, sob a coordenação de William Dias Belangero. Além disso, projetos multidisciplinares abordam desde substitutos ósseos até qualificação de processos assistenciais, com contribuições de pesquisadores como João Batista de Miranda (cirurgia do joelho) e Maurício Etchebehere (tumores do aparelho locomotor).
  3. Assistência e Serviços
    Mantém a Unidade de Órteses e Próteses, vinculada ao Hospital de Clínicas (HC), responsável pelo desenvolvimento e adaptação de dispositivos médicos, com contato direto via equipe liderada por Eduardo Paiva Magalhães.

Relevância Institucional

O DOT é um pilar da FCM/Unicamp, integrando ensino de excelência, pesquisa translacional e atendimento clínico de alta complexidade. Sua relevância é evidenciada pela formação de profissionais qualificados, publicações científicas e participação em redes internacionais de cooperação, como mencionado durante as comemorações de seu cinquentenário. Além disso, o departamento contribui para a redução de desigualdades na saúde, promovendo acesso a tecnologias inovadoras, como próteses e técnicas cirúrgicas avançadas.

Departamento de Patologia Clínica
Entidade coletiva · 1982 - 2020

O Departamento de Patologia Clínica (DPC) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp foi oficialmente implantado em 1982 e, até 2020, funcionou como uma unidade independente. Em novembro de 2020, após aprovação pelo Conselho Universitário (CONSU), fundiu-se com o Departamento de Anatomia Patológica (DAP) para formar o atual Departamento de Patologia, visando integração acadêmica e operacional.

Origem e Estrutura

O DPC surgiu com a missão de unir ciência básica e aplicada, contando atualmente com 10 docentes em regime de RDIDP, incluindo professores titulares, associados e doutores, além de colaboradores e pesquisadores. Antes da fusão, era liderado pela Profa. Dra. Célia Regina Garlipp, com infraestrutura que incluía laboratórios estratégicos para análises clínicas e pesquisa.

Principais Atividades

  1. Ensino e Formação:
    O departamento ministra disciplinas para cursos de graduação (Medicina, Enfermagem, Farmácia) e pós-graduação, além de programas de residência médica e aprimoramento. Sua abordagem integrada, reforçada após a fusão, promove a interdisciplinaridade entre áreas como diagnóstico laboratorial e patologia cirúrgica.
  2. Pesquisa Científica:
    Desenvolve projetos em colaboração com outras unidades da Unicamp e instituições internacionais, focando em linhas consolidadas como imunologia, microbiologia e bioquímica clínica. Essas pesquisas são financiadas por agências como FAPESP e CNPq, com resultados publicados em periódicos nacionais e internacionais.
  3. Serviços Clínicos:
    Coordena a Divisão de Patologia Clínica do Hospital de Clínicas (HC), realizando cerca de 190.000 exames/mês. Essa rotina inclui técnicas avançadas como imunofluorescência e métodos moleculares, garantindo alta precisão diagnóstica.
Departamento de Psicologia Médica e Psiquiatria
Entidade coletiva · 1966 - atualmente

O Departamento de Psicologia Médica e Psiquiatria (DPMP), vinculado à Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é uma instituição de destaque no cenário acadêmico e assistencial em saúde mental no Brasil. Criado em 10 de abril de 1966, sob a liderança do Dr. Roberto Silveira Pinto de Moura, o DPMP consolidou-se como um espaço plural, integrando diferentes abordagens teóricas e clínicas, como psicanálise, psiquiatria biológica e métodos qualitativos.

Origem e Marcos Históricos

  • Fundação: Surgiu no contexto da criação da Unicamp, instituída em 1966, com a missão de integrar ensino, pesquisa e assistência em saúde mental.
  • Expansão: Em 1976, sob a chefia do psiquiatra argentino Mauricio Knobel, o departamento expandiu suas atividades, criando ambulatórios especializados em psiquiatria infantil, adolescência e transtornos alimentares, além de estruturar serviços como residência médica e pós-graduação.
  • Infraestrutura: Transferiu-se para o Hospital das Clínicas (HC) da Unicamp em 1986, com a inauguração da Unidade de Internação Psiquiátrica, marcando a integração da psiquiatria ao hospital geral.

Principais Atividades

  1. Ensino e Formação:
    • Oferece disciplinas para graduação em Medicina, residência médica em Psiquiatria (desde 1972) e cursos de pós-graduação stricto sensu em Saúde Mental, com ênfase em psicopatologia, pesquisa clínico-qualitativa e psiquiatria transcultural.
    • Mantém o SAPPE (Serviço de Atendimento Psicológico e Psiquiátrico ao Estudante), voltado para alunos de graduação e pós-graduação.
  2. Pesquisa:
    • Desenvolve estudos em áreas como farmacogenética, transtornos alimentares, saúde mental infantil e suicídio, por meio de laboratórios como o de Psicopatologia Fundamental e Saúde Mental e Cultura.
    • Publicou mais de 90 produções acadêmicas em 2013, incluindo artigos em periódicos internacionais (82,5% do total), destacando-se em rankings de excelência.
  3. Assistência:
    • Atua no HC-Unicamp com ambulatórios especializados (ex.: Neuropsiquiatria Infantil, Saúde Mental do Idoso) e uma enfermaria psiquiátrica integrada ao hospital geral, promovendo cuidado sem estigmatização.

Relevância Institucional

  • Integração Multidisciplinar: O DPMP é reconhecido por sua capacidade de harmonizar diferentes correntes teóricas, como psicanálise e psiquiatria biológica, em um ambiente acadêmico crítico e democrático.
  • Contribuição Nacional: Foi designado Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS) para pesquisa e treinamento em saúde mental em 1991, reforçando seu papel na formação de profissionais e na produção de conhecimento.
  • Inovação: Pioneiro na implantação de serviços como a enfermaria psiquiátrica em hospital geral (1986), influenciou políticas nacionais de saúde mental.
Departamento de Radiologia
Entidade coletiva · 2004 - 2007

O Departamento de Radiologia (DRX) da FCM-Unicamp é uma unidade acadêmica e de pesquisa dedicada ao ensino, à inovação tecnológica e à prestação de serviços em diagnóstico por imagem e oncologia. Sua história remonta à década de 1960, quando a necessidade de infraestrutura radiológica para o ensino médico motivou protestos estudantis, culminando na instalação do primeiro serviço de radiologia em 1968, em condições improvisadas na Santa Casa de Campinas. Em 1992, após décadas de crescimento, o DRX foi oficialmente instituído como departamento autônomo, consolidando-se como referência na área.

Principais Atividades

  1. Ensino e Formação: O DRX oferece residência médica e programas de pós-graduação, integrando teoria e prática em radiologia diagnóstica, intervencionista e oncologia.
  2. Pesquisa Científica: Produz artigos em periódicos especializados, capítulos de livros e participa ativamente de congressos nacionais e internacionais.
  3. Serviços Clínicos: Presta atendimento por meio de tecnologias de imagem avançadas, vinculado ao Hospital de Clínicas da Unicamp.
  4. Inovação: Desenvolve materiais didáticos audiovisuais e projetos técnicos para aprimorar o ensino e a prática médica.

Relevância Institucional

O DRX destaca-se por sua contribuição histórica para a estruturação da FCM, sendo pioneiro na integração de tecnologia médica no ensino. Sua produção acadêmica (como os 121 artigos publicados em 2008) e a participação em eventos científicos reforçam seu papel na formação de profissionais qualificados e na geração de conhecimento em radiologia e oncologia. Além disso, recebeu prêmios e mantém parcerias, evidenciando reconhecimento nacional e internacional.
Em síntese, o DRX é um pilar da FCM-Unicamp, alinhando tradição acadêmica, excelência em pesquisa e compromisso social na área da saúde.

Departamento de Tocoginecologia
Entidade coletiva · 1966 - atualmente

O Departamento de Tocoginecologia (DTG) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp foi fundado em 1966, após um concurso público que elegeu o Prof. Dr. Bussâmara Neme como seu primeiro professor titular. Inicialmente instalado no subsolo do Hospital Irmãos Penteado (anexo à Santa Casa de Campinas), o departamento contava com apenas 36 leitos e uma equipe reduzida de médicos, muitos atuando de forma voluntária. A estrutura modesta incluía salas para partos, pronto-atendimento e um gabinete improvisado para o diretor, que permanecia no local até mesmo durante a noite.
O DTG combina tradição acadêmica com inovação, sendo essencial para a formação de profissionais, produção de conhecimento e assistência à saúde da mulher. Sua atuação no CAISM e parcerias institucionais reforçam seu papel como referência nacional em tocoginecologia.

Principais Atividades

  1. Ensino e Formação Profissional
    O DTG oferece programas de graduação, pós-graduação e residência médica, com foco em áreas como Saúde Materna e Perinatal, Oncologia Ginecológica e Mamária, e Fisiopatologia Ginecológica. Seu programa de pós-graduação visa formar pesquisadores-docentes capazes de produzir ciência de alto nível, atraindo profissionais como médicos, enfermeiros e psicólogos.
    Além disso, realiza reuniões científicas semanais (às quintas-feiras) para difundir conhecimento sobre saúde da mulher, disponibilizadas online no YouTube.

  2. Pesquisa Clínica e Ética
    Desde 1985, a Comissão de Pesquisa do DTG, vinculada ao Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM), avalia projetos de pesquisa com rigor ético. Pioneira nesse processo, a Profa. Ellen Hardy desenvolveu diretrizes ainda utilizadas hoje, como o documento "Conteúdos mínimos que um protocolo de pesquisa deve fornecer". Em 2019, por exemplo, 82 projetos foram analisados, sendo 81 submetidos à Plataforma Brasil, sistema nacional de registro de pesquisas.

  3. Assistência à Saúde
    O DTG opera em conjunto com o CAISM, hospital referência em saúde da mulher, integrando ensino, pesquisa e atendimento. O CAISM oferece serviços especializados em obstetrícia, ginecologia, oncologia e neonatologia, além de colaborar com redes municipais de saúde e o Hospital de Clínicas da Unicamp.

Relevância Institucional

O DTG é um pilar da FCM/Unicamp, destacando-se por:

  • Integração Multidisciplinar: Articula-se com departamentos como Pediatria e Enfermagem, além de serviços complementares como laboratórios e diagnóstico.
  • Inovação Científica: Publicações em periódicos nacionais e internacionais reforçam sua contribuição para avanços em saúde feminina.
  • Impacto Social: Programas como o Planejamento Familiar (atuante no Jardim das Oliveiras) e tecnologias para redução da prematuridade demonstram seu compromisso com a comunidade.

Liderança Atual

Em 2021, a chefia do departamento estava sob responsabilidade da Profa. Dra. Fernanda Garanhani de Castro Surita, mantendo a tradição de excelência iniciada por figuras como José Aristodemo Pinotti, um dos primeiros colaboradores do Prof. Neme.

Entidade coletiva · 1955-

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) é uma instituição de pesquisa, assessoria e educação do movimento sindical brasileiro. Teve sua origem em 22 de dezembro de 1955, quando 20 dirigentes sindicais de São Paulo decidiram criar um órgão para assessoria técnica aos trabalhadores, além de desenvolver atividades de pesquisa e educação nos temas relacionados ao mundo do trabalho. Trata-se de entidade civil sem fins lucrativos, mantida pela contribuição das entidades sindicais filiadas, onde estão representadas todas as correntes do movimento sindical brasileiro. Possui abrangência nacional, com sede em São Paulo e escritórios regionais em 17 estados da federação.