A obrigatoriedade da educação física para o ensino superior por meio do Decreto-Lei Federal 705/1969 e do Decreto Federal 69.450/1971 fez com que fosse implantada na Unicamp a Educação Física Desportiva e Recreativa como disciplina regular dos currículos de graduação. A partir da Portaria GR-032/1972, a responsabilidade do curso ficou a cargo da Assessoria Técnica da Reitoria para Educação Física e Esportes (ATREFE), subordinada ao Gabinete do Reitor (GR). A unidade foi substituída pela Faculdade de Educação Física (FEF), oficialmente criada pelo Decreto Estadual nº 23.646/1985, que alterou os Estatutos da Unicamp.
O Centro de Eficiência Comercial (CEFI-Com) foi criado pela Portaria GR 107/94, de 11.08.1994, junto à Pró-Reitoria de Desenvolvimento Universitário (PRDU). O Centro de Eficiência Comercial (CEFI-Com) tinha como objetivos propiciar o acesso à informação adequadamente tratada, relativa à oportunidades comerciais contribuir para a articulação e integração entre o sistema científico e tecnológico e o setor produtivo racionalizar a busca de dados para pesquisa em assuntos relacionados com o comércio internacional permitir o aperfeiçoamento de recursos humanos para as áreas de comércio exterior, alfândegas, transportes, bancos, entre outros. Extinto pela Portaria GR 125/98, de 02.07.1998, foi substituído pelo Escritório de Difusão e Serviços Tecnológicos (EDISTEC).
Foi regulamentada pela Portaria GR-100/1996 e, posteriormente, por intermédio da Resolução GR-094/2001, quando recebeu a denominação de Auditoria Interna (Audint). O órgão foi subordinado à Pró-reitoria de Desenvolvimento Universitário (PRDU) após a publicação da Deliberação CAD-A-002/2003, com a finalidade de promover de forma contínua, a melhoria administrativa da Universidade. Suas atribuições foram, do ponto de vista operacional, examinar eficiência, custos, conformidade com os aspectos normativos, resultados da área ou processo quanto à eficácia, compatibilidade com os melhores resultados das organizações no segmento auditado e conformidade com os planos, metas, objetivos, diretrizes e políticas institucionais; examinar documentos quanto à conformidade com o que estabelece a legislação que regula a atividade pública; examinar a confiabilidade dos dados e informações; examinar os sistemas de garantia e de gestão da qualidade quanto à conformidade com as políticas e diretrizes da qualidade, normas, padrões e requisitos dos usuários e envolvidos com o objeto da auditoria. Foi revogada pela Deliberação CAD-A-002/2013.
Criado pela Portaria GR-163/1982 como Centro de Controle de Intoxicações (CCI), teve sua denominação alterada para Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Campinas (CIATox), de acordo com a Resolução GR-44/2019. Está vinculado à Faculdade de Ciências Médicas (FCM), como centro interno da unidade de ensino e pesquisa, atuando como serviço de apoio ao Hospital das Clínicas (HC). Tem como objetivos: oferecer assistência, ensino, pesquisa e extensão na área de toxicologia e especialidades afins, capacitar profissionais de saúde, assessorar instituições públicas ou privadas para investigação, realizar exames de laboratório, prestar assistência toxicológica à comunidade em consonância com os programas estabelecidos pela Universidade e estabelecer mecanismos que contribuam para o levantamento de dados epidemiológicos. Em 2015, o CIATox foi reconhecido como integrante da Rede de Atenção às Urgências e Emergências no Sistema Único de Saúde (SUS).
Inicialmente previsto na Lei Estadual 7.655/1962, que criou a Unicamp, o Instituto de Química (IQ) obteve autorização para instalação e funcionamento pela Resolução CEE 46/1966, porém somente em 1967, com a designação de um coordenador responsável pela organização, suas atividades tiveram início. Gradualmente, o IQ foi sendo implantado, a começar das aulas de graduação. O primeiro laboratório de pesquisa foi montado no ano seguinte e, em 1971, o Instituto transferiu-se para suas atuais instalações no campus de Barão Geraldo. O programa de pós-graduação teve início em 1974. O IQ é composto por quatro departamentos: Físico-Química, Química-Analítica, Química-Inorgânica e Química Orgânica.
O Colégio Técnico de Campinas (Cotuca) foi criado pela Lei 7.655/1962 e autorizado a se instalar e funcionar pela Resolução CEE 46/1966. O prédio do então Ginásio Industrial Estadual Bento Quirino foi um dos escolhidos. Iniciou suas atividades em 1967 com os cursos de Mecânica, Eletrotécnica e Alimentos, no período diurno, e em 1978, passou a oferecer, no noturno, cursos sequenciais, para formados no Ensino Médio, de Técnico em Mecânica e Eletrotécnica. É uma instituição de ensino público e gratuito que atua na formação profissional de nível técnico e oferece ensino médio para alguns de seus cursos. Os cursos oferecidos pelo Cotuca abrangem os seguintes eixos tecnológicos: ambiente e saúde, informação e comunicação, controle e processos industriais, produção alimentícia, produção industrial e gestão e negócios.
O Centro de Hematologia e Hemoterapia (Hemocentro) foi criado junto à Reitoria pela Portaria GR 297/85, de 25.11.1985, com a finalidade de participar da organização e funcionamento do Sistema Único de Saúde - SUS, mediante a integração ao sub-sistema nacional de Hematologia e Hemoterapia implantar um sistema de obtenção e coleta de sangue, utilizando obrigatoriamente a doação voluntária não remunerada, promovendo medidas de proteção à saúde do doador coordenar o processamento, fracionamento, distribuição e utilização do sangue, componentes e derivados realizar exames de laboratório pertinentes aos seus campos de atividade prestar assistência hematológica e hemoterápica à comunidade estabelecer mecanismos que contribuam para o levantamento de dados epidemiológicos na sua área de atuação e promover e proporcionar meios para o desenvolvimento da assistência, ensino e pesquisa nos campos da hematologia e hemoterapia e da formação de recursos humanos em todos os níveis, em consonância com os programas estabelecidos pelas diversas unidades da universidade.
Criado pela Portaria GR-110/1982 junto à Reitoria, com a denominação de Núcleo de Ecologia Humana (NEH), teve a atualização de sua denominação para Núcleo de Estudos Ambientais (NEPAM), segundo a Portaria GR-289/1987. Atualmente está subordinado à Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN), conforme a Deliberação CONSU-A-002/2015, com proposta de abordagem teórica, prática e pluralista, com enfoque nas questões ambientais.Desenvolve projetos de pesquisas que tratam da interação ambiente e sociedade, participa da formação de estudantes em várias unidades da Unicamp, bem como com outras instituições de ensino nacionais ou internacionais. Pesquisadores também realizam consultoria a entidades governamentais, publicações regulares e atividades de extensão.
O Núcleo de Estudos Amazônicos (NEA) foi criado junto à Reitoria por meio da Portaria GR-087/1985, destinado a coordenar o incentivo, apoio e promoção da pesquisa científica e tecnológica sobre a Amazônia, de modo a estimular a cooperação interdisciplinar no âmbito da Unicamp e a facilitar a interação com outras instituições de pesquisa. O NEA não chegou a ser implantado.
A Coordenadoria de Relações Institucionais e Internacionais (CORI) é um órgão assessor do Gabinete do Reitor e a ele subordinado conforme Resolução GR Nº 57, de 19.08.2003. Criada pela Portaria GR 90/94, de 25.07.1994, substituiu a Assessoria de Relações Internacionais (ARI), criada pela Portaria GR 55/84, de 02.03.1984. A CORI tem por objetivo promover o desenvolvimento de relações institucionais e internacionais da Unicamp. Além de organizada para assessorar a universidade na realização das atividades de cooperação internacional, atualmente vem desenvolvendo um novo projeto de atuação que objetiva a inserção da universidade na comunidade externa, tanto a nível nacional como internacional visando a uma participação mais ampla da universidade nas questões que afetam a sociedade brasileira nos dois níveis mencionados anteriormente, a partir de projetos a serem desenvolvidos em conjunto com instituições governamentais e não governamentais.