Vinculado ao Gabinete do Reitor, o IdEA tem suas origens em duas outras iniciativas que o antecederam, o Centro de Estudos Avançados (CEAv), entre 2010 e 2013, e o Fórum Pensamento Estratégico (PENSES), entre 2013 e 2017. Foi criado pela Resolução GR-043/2017 e após dois anos, passou por algumas alterações via Resolução GR-010/2019. Trata-se de um espaço de livre criação, voltado para reflexões de ponta nos diferentes campos do conhecimento científico, da cultura e das artes no Brasil e no exterior. Proporciona um ambiente de estudo, pesquisa e trocas científico-culturais multidisciplinares e internacionais. Tem como finalidades: acolher o estudo de temas fundamentais e inovadores em ciência e cultura, por meio de seus pesquisadores e artistas residentes ou convidados e grupos temáticos, apoiar a excelência em pesquisa e aumentar a atratividade da Unicamp como um ambiente de trabalho propício para pesquisadores nacionais e internacionais.
A história do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) tem início em 1968, quando foi criado na Universidade um grupo de linguística que, por sua vez, deu origem ao Departamento de Linguística, em 1969, vinculado ao Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH). Deste departamento, posteriormente desmembrado, foi criado o Instituto de Estudos da Linguagem (IEL), cuja aprovação pelo então Conselho Diretor se deu em 1976. De acordo com a Deliberação CONSU-A-027/2004, o IEL é composto pelos departamentos de Lingüística, Teoria Literária e Lingüística Aplicada. Entre os objetivos estão a promoção, o estímulo e produção de ensino e pesquisa científica e estudo crítico avançado nos domínios da linguagem. Entre os cursos de graduação, estão Bacharelado em Linguística, Bacharelado em Estudos Literários, Licenciatura em Letras e, em parceria com a Faculdade de Ciências Médicas (FCM), o curso de Fonoaudiologia.
Previsto nos Estatutos da Unicamp, baixados pelo Decreto Estadual 52.255/1969, o Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH) originou-se do Departamento de Planejamento Econômico e Social (DEPES) implantado em agosto de 1968. Já em 1969, estavam em atividade os departamentos de Economia e Planejamento Econômico (em substituição ao DEPES), Lingüística e Ciências Sociais. No ano seguinte, foram implantados os cursos de Bacharelado em Economia, Ciências Sociais e Lingüística. Os dois primeiros departamentos desdobraram-se posteriormente e constituíram unidades autônomas. Atualmente, o IFCH é constituído por seis departamentos: Demografia, Filosofia, História, Sociologia, Antropologia e Ciência Política e oferece cursos nos níveis de graduação, mestrado e doutorado.
O Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), criado na década de 1970, é uma das unidades da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que se destacou no cenário acadêmico brasileiro pela excelência em qualificação do seu corpo docente e pelo inovador programa de Mestrado e Doutorado em Lógica e Filosofia da Ciência. Foi constituído a partir do Departamento de Planejamento Econômico e Social da Unicamp, criado em 1968, que posteriormente também deu origem ao Instituto de Economia (IE). O IFCH agrega tanto a Biblioteca Octavio Ianni, como também o Arquivo Edgard Leuenroth – Centro de Pesquisa e Documentação Social (AEL).
Previsto na Lei Estadual que criou a Unicamp por intermédio da Lei 7.655/1962, o Instituto de Física obteve autorização para instalação e funcionamento por meio da Resolução CEE 46/1966. Suas atividades tiveram início em 1967, quando foram contratados os primeiros docentes. O curso de pós-graduação iniciou-se a partir de 1970. O atual nome do Instituto foi uma homenagem prestada em 1971 ao físico Gleb Wataghin, que emigrou para o Brasil e foi uma das pessoas responsáveis pelo estabelecimento da física experimental como atividade científica no país. De acordo com a Deliberação CONSU-A-026/2013, o IFGW é formado pelos departamentos de Raios Cósmicos e Cronologia, Física da Matéria Condensada, Eletrônica Quântica e Física Aplicada.
