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Registro de autoridade
Ouvidoria de Serviços Públicos
Entidade coletiva · 2003

A Ouvidoria da Unicamp foi criada pela Deliberação CAD-A-003/2003, e segue as determinações do Decreto Estadual nº 60.399/2014, que regulamenta a composição e estabelece competência das Ouvidorias de Serviços Públicos, instituídas pela Lei nº 10.294/1999, a qual dispõe sobre a proteção e defesa do usuário do serviço público do Estado de São Paulo. A Ouvidoria é vinculada ao Gabinete do Reitor (GR) e tem como missão prestar informações aos cidadãos na mediação de conflitos e manifestações da Universidade, docentes, servidores, alunos e a comunidade externa, para promoção da transparência das ações institucionais, a fim de evitar os conflitos nas relações e cooperar para a gestão e melhoria dos processos.

Partido Comunista Brasileiro
Entidade coletiva

O Partido Comunista Brasileiro, cujo nome de fundação é Partido Comunista do Brasil, foi fundado em Niterói a 25 de março de 1922. De âmbito nacional teve como objetivo principal promover no Brasil uma revolução proletária que substituísse a sociedade capitalista pela sociedade socialista. Em junho daquele mesmo ano foi colocado na ilegalidade, condição em que passaria a maior parte de sua existência. Na década de 1930, o PCB conseguiu ampliar seus apoiadores, realizou sua I Conferência Nacional e contou com a filiação de Luiz Carlos Prestes no ano de 1934. No ano seguinte, o PCB formou a Aliança Nacional Libertadora (ANL) - uma ampla frente antifascista que tinha a participação de socialistas, comunistas, católicos e democratas, responsável pela publicação do jornal “A Manhã”. Após a derrota da revolta armada de 1935 - também chamada de Intentona Comunista - os partidos de oposição passaram a sofrer forte repressão, o que só melhorou com a redemocratização em 1945. Dois depois, o partido voltou a atuar na ilegalidade e, em 1950, lançou o Manifesto de agosto, que foi assinado por Prestes e propunha a formação de uma frente democrática de libertação nacional. Depois de problemas internos, o partido passou por uma reestruturação e procurou ampliar sua atuação, principalmente no movimento sindical e estudantil. Com a instalação da ditadura militar a partir de 1964, líderes e dirigentes do PCB foram presos: Gregório Bezerra, Carlos Marighella, Mário Alves, Ivan Ribeiro, Leivas Otero, entre outros. Prestes também passou a sofrer duras críticas e instituiu-se uma tendência contrária à sua atuação como secretário-geral, que culminou na expulsão e formação de várias dissidências, tais como: Ação Libertadora Nacional (ALN), Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR), Partido Operário Comunista (POC) e Movimento Revolucionário 8 de outubro (MR-8). O PCB sofreu dura repressão durante a ditadura, precisou parar de publicar seu jornal “A voz operária”, além de ter vários militantes presos ou mortos. Somente em 1979, com a Lei de Anistia, é que foi possível o retorno de dirigentes e militantes ao Brasil. Em 1980, Prestes foi destituído do cargo de secretário-geral, que passou para Giocondo Dias e lançou um novo jornal, “Voz da Unidade”. Na década de 1980, o partido também perdeu importantes intelectuais para o Partido dos Trabalhadores (PT), Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e Partido Democrático Trabalhista (PDT). No VIII Congresso do PCB, Salomão Malina e Roberto Freire foram eleitos respectivamente presidente e vice-presidente. Em 1992, após novas crises internas, surgiu o Partido Popular Socialista (PPS), que deveria ser um herdeiro do PCB. Alguns militantes se organizaram e mantiveram o PCB atuando até os dias de hoje.