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Registro de autoridade
Centro de Computação
Entidade coletiva · 1969-2023

Inicialmente chamado de Centro de Processamento de Dados, cujas atividades iniciaram-se em 10.11.1967, passou a denominar-se Centro de Computação em 1969, por intermédio da Portaria GR-31/1969. Em 1971 tornou-se um órgão subordinado ao Instituto de Matemática, Estatística e Ciência da Computação (IMECC), mas vinculou-se à Reitoria a partir de 1973, permanecendo assim até 1998, quando se tornou órgão da Pró-reitoria de Desenvolvimento Universitário (PRDU). Atualmente, está vinculado à Diretoria Executiva de Administração (DEA) e atua no desenvolvimento, manutenção e suporte dos principais sistemas corporativos da Universidade. É formado pelas seguintes áreas: Desenvolvimento de Sistemas, Produção e Software, Infraestrutura Computacional, Administrativa, Assessoria e Planejamento e Superintendência, contribuindo com os objetivos de ensino, pesquisa ou extensão da Universidade.

Centro de Comunicação

O Centro de Comunicação da UNICAMP (CCO) iniciou suas atividades em 1976, como Laboratório Interdisciplinar para a Melhoria da Comunicação(LIMEC), vinculado ao Instituto de Matemática, Estatística e Ciência da Computação (IMECC), porém criado oficialmente em 25.11.1982, através da Portaria GR 159/82, subordinado à Reitoria. Passou a estar diretamente subordinado a Reitoria, através da Portaria GR 69/85, de 12.04.1985 com a denominação de Centro de Comunicação, com a finalidade de desenvolver e utilizar na Universidade uma nova metodologia de comunicação visando à melhoria do ensino, da pesquisa e da extensão, juntamente com treinamento de recursos humanos na área de comunicação para o ensino. Atualmente o CCO está subordinado à Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (PREAC) conforme Resolução GR Nº57, de 19.08.2003

Centro de Controle de Câncer Ginecológico e Mamário
Entidade coletiva · 1983-1992

Criado pela Portaria GR-337/1983 e subordinado à Reitoria, o Centro de Controle de Câncer Ginecológico e Mamário (CECAN), diretamente ligado ao CAISM e ao Departamento de Tocoginecologia da FCM, tinha como objetivos promover a integração dos programas e ações de controle do câncer ginecológico e mamário, ao desenvolver pesquisas, testar novos métodos de controle de enfermidades, estudar a simplificação das ações propedêuticas e terapêuticas destinadas a diminuir o custo dos serviços e aumentar a cobertura de atendimento das mulheres expostas a risco. No escopo também estavam campanhas de esclarecimento à população sobre programas de prevenção e controle do câncer. Foi extinto pela Portaria GR-043/1992

Centro de Controle de Intoxicação
Entidade coletiva · 1986 - atualmente

O Centro de Controle de Intoxicações (CCI) da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da Unicamp é um serviço de referência nacional vinculado ao Sistema Único de Saúde (SUS), especializado no atendimento, pesquisa e prevenção de casos de intoxicações e envenenamentos. Integra a Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica (CIATox), coordenada pelo Ministério da Saúde.

Origem

Fundado em 1986, o CCI-Unicamp surgiu como resposta à crescente necessidade de estruturar ações específicas para intoxicações, alinhado às diretrizes nacionais de saúde pública. Sua criação reflete a missão da Unicamp de integrar ensino, pesquisa e extensão com impacto social, especialmente em uma região com alta densidade industrial e agrícola, cenário que amplia riscos de exposição a agentes tóxicos.

Principais Atividades

  1. Assistência Toxicológica 24h: Oferece orientação emergencial a profissionais de saúde e população via telefone, além de acompanhamento clínico de casos graves no Hospital de Clínicas da Unicamp.
  2. Educação e Prevenção: Desenvolve campanhas para reduzir acidentes com produtos químicos, medicamentos, animais peçonhentos e drogas, além de capacitar profissionais da saúde.
  3. Pesquisa em Toxicologia: Produz estudos sobre epidemiologia de intoxicações, efeitos de agrotóxicos, toxicologia forense e novos tratamentos, contribuindo para políticas públicas.
  4. Banco de Dados:
    Mantém registros epidemiológicos que auxiliam na identificação de surtos e tendências, como intoxicações por medicamentos ou exposição a pesticidas.

Relevância para a FCM/Unicamp

  • Integração Acadêmica: Serve como campo de estágio e pesquisa para estudantes de medicina, enfermagem e farmácia, fortalecendo a formação prática.
  • Impacto em Saúde Pública: Reduz a morbimortalidade por intoxicações na região de Campinas e influencia normas nacionais, como restrições a agrotóxicos.
  • Inovação Científica: Projetos do CCI posicionam a Unicamp como centro de excelência em toxicologia, atraindo parcerias e financiamentos.
  • Responsabilidade Social: Atua em crises ambientais ou sanitárias (ex.: surtos por produtos contaminados), reforçando o compromisso da universidade com a comunidade.
Centro de Controle de Intoxicações
Entidade coletiva · 1982

Criado pela Portaria GR-163/1982 como Centro de Controle de Intoxicações (CCI), teve sua denominação alterada para Centro de Informação e Assistência Toxicológica de Campinas (CIATox), de acordo com a Resolução GR-44/2019. Está vinculado à Faculdade de Ciências Médicas (FCM), como centro interno da unidade de ensino e pesquisa, atuando como serviço de apoio ao Hospital das Clínicas (HC). Tem como objetivos: oferecer assistência, ensino, pesquisa e extensão na área de toxicologia e especialidades afins, capacitar profissionais de saúde, assessorar instituições públicas ou privadas para investigação, realizar exames de laboratório, prestar assistência toxicológica à comunidade em consonância com os programas estabelecidos pela Universidade e estabelecer mecanismos que contribuam para o levantamento de dados epidemiológicos. Em 2015, o CIATox foi reconhecido como integrante da Rede de Atenção às Urgências e Emergências no Sistema Único de Saúde (SUS).

Centro de Convivência Infantil

O Centro de Convivência Infantil (CECI) foi criado através da Portaria GR 268/83, de 29.09.1983, e estava vinculado à Coordenadoria Geral das Faculdades (CGF). Posteriormente foi definida a sua estrutura administrativa, por intermédio da Portaria GR - 353,16-12-85. Entretanto, pela Portaria GR 198/98, de 30.07.1998, passou a ser subordinado à Pró-Reitoria de Desenvolvimento Universitário (PRDU), respondendo ao coordenador da Diretoria Geral de Recursos Humanos (DGRH). Tem como atribuições cuidar da criança durante a jornada de trabalho da mãe, num ambiente adequado para o seu bom desenvolvimento bio-psico-social favorecer a manutenção do elo mãe-filho proporcionar condições adequadas para que as crianças recebam estímulos intelectuais, motores e sócio-afetivos que favoreçam o desenvolvimento harmonioso de sua individualidade colaborar com as famílias nos cuidados e na educação dos filhos e levar a comunidade universitária a interessar-se pelas crianças assistidas no Centro e a colaborar com as atividades nele desenvolvidas.

Centro de Diagnóstico de Doenças do Aparelho Digestivo
Entidade coletiva · 1987

Criado pela Portaria GR-318/1987 junto à Faculdade de Ciências Médicas (FCM) e atualmente subordinado à Diretoria Executiva da Área de Saúde (DEAS), o Centro de Diagnóstico de Doenças do Aparelho Digestivo (Gastrocentro) tem como objetivos prestar serviços à comunidade, coordenar e promover recursos técnicos e científicos para o diagnóstico, controle e tratamento das afecções mais complexas do aparelho digestivo de crianças e adultos, integrar atividades de pesquisa, coordenar serviços de gastroenterologia, colaborar com outras universidades e instituições na implementação de políticas de desenvolvimento e autonomia técnica na área de gastroenterologia. O Gastrocentro também é um serviço do Hospital das Clínicas da Unicamp (HC), voltado para a prestação de assistência e pesquisa.

Centro de Documentação de Música Contemporânea

Em 1989 foi criado em Campinas o Centro de Documentação de Música Contemporânea CDMC-Brasil, por meio de convênio entre a Unicamp e o Centre de Documentation da la Musique Contemporaine (Ministério da Cultura da França). Atualmente, está subordinado à Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (COCEN), segundo a Deliberação CONSU-A-17/98, de 29.09.1998. Seu objetivo é a documentação, divulgação e promoção da música contemporânea de vanguarda, além de prestar consultoria e assessoria para pesquisadores e entidades internacionais.

Centro de Documentação e Pesquisa Vergueiro
Entidade coletiva · 1973-2020

O Centro de Documentação e Pesquisa Vergueiro, originalmente Centro Pastoral Vergueiro (CPV), foi fundado em 15 de novembro de 1973, por um grupo de frades dominicanos da cidade de São Paulo. Sob a liderança do frei de origem italiana Giorgio Callegari (1936-2003), o projeto tinha como objetivo prestar serviços aos movimentos operários, sindicais, como também às paróquias da periferia, através da divulgação de material mimeografado, servindo de instrumento de conscientização para as classes populares. Para tanto, o CPV contava com a colaboração de estudantes universitários, professores, profissionais liberais e militantes de organizações de esquerda. Suas tarefas resumiam-se em reunir documentação escrita, principalmente recortes de jornais, organizar documentos e livros recebidos como doação. Nas décadas de 1970 e 1980, o CPV apoiou a organização de movimentos independentes de governos, Estado, partidos políticos, entidades religiosas, que buscassem a construção da consciência de classe e uma sociedade igualitária, sem exploração. Voltou sua atuação para setores de oposições sindicais urbanas e rurais, de São Paulo e de outros estados, grupos de alfabetização, pastorais, grupos de bairros, entre outros. Nesse período, foi irradiador e difundidor de informações e materiais populares produzidos por grupos, entidades e centros de documentação de todas as regiões do país. Foi criado um serviço chamado Núcleo de Correspondência, para realizar envios mensais, pelo correio, de documentos pré-selecionados em seu acervo, de acordo com a temática de interesse do assinante. A partir de 1975, verificou-se a necessidade de contratar pessoal para trabalhar em tempo integral no trato com a documentação. No final da década de 1970 e início dos anos 1980, a prioridade da documentação deixou de ser recortes de jornais, para reunir documentos de movimentos sindicais e populares. É também dessa época o surgimento de um setor de documentação audiovisual. A partir de 1985/86, em função de todo o seu acervo documental e da experiência acumulada, o CPV desenvolveu também um serviço de divulgação e venda de publicações a preços populares, abrangendo o território nacional e parte da América Latina. A maior parte desse material era impressa em gráfica própria. Com o passar do tempo, e procurando responder às necessidades concretas das lutas populares, passou a orientar os movimentos na tarefa de documentar suas próprias lutas e enriquecer suas práticas sociais. Encerrou definitivamente suas atividades em 2020.

Centro de Educação e Assessoria Popular
Entidade coletiva · 1987-

Fundado em 1987 por um grupo de profissionais e educadores populares vinculados a movimentos sociais, universidades, igrejas e instituições públicas, o Centro de Educação e Assessoria Popular (CEDAP) tinha como objetivo contribuir com o movimento de redemocratização da sociedade brasileira pós-regime militar, buscando fortalecer e apoiar as organizações e movimentos populares de Campinas e região. Tendo como pressupostos os pilares da educação popular, o CEDAP realizou os chamados trabalhos de base, contribuindo para que o público envolvido (grupos de trabalhadores, mulheres, lideranças comunitárias e outros) tivesse uma formação que o colocasse em condições de intervir na realidade para transformá-la. O CEDAP se posiciona politicamente entre as organizações no campo democrático da Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais (ABONG), da qual é associada desde a fundação. Com mais de vinte anos de existência, o CEDAP firmou-se no cenário de Campinas e região como espaço de referência em projetos destinados ao público adolescente e jovem, e no apoio, assessoria e formação de lideranças comunitárias. As atividades oferecidas são totalmente gratuitas e para a sustentação dos seus projetos, o CEDAP estabelece parcerias com órgãos da cooperação internacional, órgãos governamentais das esferas municipal, estadual e federal, empresas e fundações, além da prestação de serviços de assessoria a projetos socioeducativos e da contribuição de seus associados e de indivíduos.